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7 dicas para divulgar sua marca na internet

Não é necessário investir muito dinheiro para divulgar uma marca de forma diferenciada na web






























Hoje em dia, não é necessário investir muitos recursos para divulgar uma marca na internet, ao contrário, há várias opções gratuitas. As redes sociais são um mundo de possibilidades, sendo muito utilizadas por empresas para expor uma marca e estar sempre em contato com os clientes. Para auxiliar os empreendedores que desejam fazer a divulgação de um negócio e não sabem por onde começar, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo (Sebrae ES) preparou algumas dicas.

1. Conheça o seu negócio
Antes de oferecer o produto, o empresário precisa conhecer bem o que está vendendo. Dessa forma, quem procurar por ele sentirá confiança, e o estabelecimento ganhará credibilidade.

2. Conheça o seu público
É necessário saber quem são os clientes. Assim, o empreendedor poderá focar em como atingir esse público específico, e saberá qual meio de comunicação e estratégias funcionarão melhor.

3. Tenha planejamento
Uma página na internet necessita de movimentação. Não adianta postar uma vez no mês. Postagens diárias são a opção perfeita para dar visibilidade, mas é importante ressaltar que tanto o excesso quanto a falta de informações prejudicam a imagem da empresa.

4. Fale com o seu público
A internet possibilita que o empresário fale com o cliente. Responder perguntas e mostrar interesse pelas opiniões do seu público-alvo traz credibilidade e proximidade.

5. Seja original
Postar conteúdos próprios e diferenciados chamará a atenção dos atuais e de novos clientes.

6. Investimento
Não investir muito dinheiro não significa que não se pode desenvolver uma publicidade legal e de qualidade. Usar a internet e o que ela oferece de gratuito é uma maneira de começar bem, mas investir em um bom layout faz toda a diferença.

7. Pessoa física e jurídica
Separar o profissional do pessoal é indispensável, passa credibilidade e seriedade. Por exemplo, a conta pessoal do empreendedor numa rede social deve ser diferente do canal utilizado para expor sua marca.


Agência Sebrae de Notícias ES
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2016/02/7-dicas-para-divulgar-sua-marca-na-internet.html
Suite 87
O que Steve Jobs fazia para ser um empreendedor mais criativo

A dica é: procrastinação



Imagem: freepik



Quem disse que procrastinar é um hábito extremamente ruim para sua carreira?

Steve Jobs, co-fundador da Apple e um dos mais famosos empreendedores de todos os tempos, está sendo usado para desarmar um hábito comum que diz que a procrastinação é inútil. E como isso se dá? Através do professor Adam Grant, da escola americana Wharton School. 

Segundo ele, adiar algumas tarefas necessárias não é algo tão inútil assim. Jobs, por exemplo, adiava reuniões extremamente importantes para procrastinar e nesses momentos tinha diversos lapsos de criatividade.

“Jobs era um grande procrastinador. Ele adiava coisas constantemente e às vezes deixava sua equipe maluca por causa disso. Mas o tempo que ele desperdiçava adiando era um tempo bem gasto esperando que novas ideias surgissem”, disse Grant ao Business Insider.

O professor também cita outros grandes procrastinadores que faziam uso do seu tempo "livre" para progredir. Bill Clinton é famoso por revisar os seus discursos minutos antes das apresentações. Outro dado que reforça a tese de Grant é uma pesquisa realizada por um psicólogo russo, onde ele comprova que ao terminar uma tarefa, seu cérebro automaticamente deixa de pensar nela, o que reduz o poder criativo nela envolvida. Porém, caso tal atividade fique em aberto, o nosso cérebro continua a pensar de forma ativa sobre a questão, o que gera mais 

Assim sendo, uma procrastinação vez ou outra pode até ser benéfica, desde que não atrapalhe completamente o trabalho prático e o seu potencial. Ter a ideia é bom, mas colocá-la em prática é melhor ainda.

Você concorda com os estudos e conclusões do professor Adam Grant? Use o campo de comentário abaixo para dar sua opinião ou contar algum caso de sucesso ou fracasso gerado pela procrastinação. 


FONTE: http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/o-que-steve-jobs-fazia-para-ser-um-empreendedor-mais-criativo/108157/
4 lições do pôquer para ser um empreendedor super produtivo



Se empreender já não é uma tarefa fácil, apresentar também uma alta performance todos os dias parece uma missão impossível: como avaliar o próprio desempenho, diante de tanto estresse diário?
Uma situação parecida acontece com os jogadores profissionais de pôquer, diz Gabriel Goffi. Após quatro anos jogando profissionalmente, ele resolveu lançar um curso para todos que querem aprender a ter grandes resultados em suas vidas. A base para dar as aulas surgiu da sua própria experiência em lidar com instabilidades.


História
Goffi começou a jogar aos 17 anos, após ser apresentado ao jogo por um amigo. Ele já jogava games de estratégia, e se interessou pelo pôquer por conta da parte mais analítica que envolve o jogo.
Após dois anos estudando sobre a indústria e sobre o jogo em si, Goffi participou de um clube de pôquer ao vivo, perto de onde morava, em São Paulo. Os resultados foram tão bons que ele resolveu largar o cursinho pré-vestibular e virar jogador profissional.

Com o tempo, Goffi trocou as mesas de pôquer ao vivo da cidade por uma forma de jogo ainda mais lucrativa: o pôquer online. Com competidores do mundo todo, enfrentou uma decepção: perder 100 mil dólares em um único jogo. “Quando perdi esse dinheiro, muitos jogadores de pôquer brasileiros me falaram para jogar mais baixo, porque eu já ganhava bem nos jogos ao vivo. Mas eu pensei: por que eles podem ser os melhores do mundo e eu não? Eles fazem algo diferente, e eu só preciso descobrir o que é”, conta.
Assim, Goffi ficou alguns meses fora do pôquer, estudando. “Uns cinco meses após perder esse valor, resolvi voltar. Obtive os melhores meses da minha carreira”.

Curso
Diante do resultado, o jogador começou a ser procurado para consultorias e palestras sobre pôquer. Mas ele percebeu que sua especialidade, na verdade, era algo totalmente fora do jogo. Por isso, resolveu criar um curso, chamado de “Moving Up”, sobre o que ele aprendeu nesses meses de retiro: ter alta performance através de algumas técnicas. As aulas estão em sua quarta edição e já foram frequentadas por 500 alunos.

Goffi, hoje com 26 anos de idade, explica que o curso não é voltado apenas para jogadores, e sim para qualquer profissional que esteja interessado em produtividade. Por isso, listou algumas técnicas que podem ajudar quem é dono de negócio e acha que não está rendendo tanto quanto poderia. Veja, a seguir, quatro lições que o pôquer pode ensinar aos empreendedores que queiram ter uma alta performance ao gerir negócios:

1. Grandes mudanças fazem parte da jornada
Todo dia, Goffi lidava com variáveis. “Sabia que iria ganhar ou perder uns 50 mil dólares. Para me manter no topo, eu teria de lidar com essas inconsistências e o estresse delas”, conta. Segundo ele, para que o empreendedor consiga ter uma alta performance, é preciso aprender a ter controle das situações e não deixar seu emocional falar mais alto em épocas instáveis.

Mas como fazer isso, exatamente? “Pergunte-se o que você quer de verdade. Por exemplo, pode não ser apenas o dinheiro, e sim algo maior, como reconhecimento e valor gerado para outras pessoas. Quando os empreendedores não se questionam, eles estão apenas no superficial. A chance de cair do topo é grande, porque não há uma grande motivação”.

2. Está com problemas? Olhe para fora do seu negócio
Se você está enfrentando desafios dentro do seu negócio e não vê uma saída, pode ser que você esteja com uma visão limitada dos acontecimentos. “Não foque apenas em uma área da sua vida, como a profissional, por exemplo. A maior falha para alcançar o sucesso pode estar em outras esferas – relacionamentos, saúde, controle emocional...”, afirma Goffi.

Ele dá como exemplo pessoal a partida em que perdeu os 100 mil dólares. Teve de se decepcionar para aprender que apenas a parte técnica, restrita ao jogo, não iria diferenciá-lo dos grandes competidores.
“Aí, entrei no mundo da alta performance. Percebi que cada pequena decisão do meu dia, fora do pôquer, influenciava no meu desempenho durante o jogo”. Quando Goffi passou a organizar melhor sua agenda diária, ficou energizado e controlado em todos os pilares da vida, afirma. Isso lhe trouxe tantos resultados positivos no financeiro, com sua volta ao mundo do pôquer, quanto em felicidade.

3. Priorize para ganhar mais energia
Todo empreendedor convive com uma grande quantidade de informações diárias, tanto da sua empresa quanto do que está além do mundo profissional. É comum ficar estressado pela quantidade de conhecimento superficial disponível e, consequentemente, pela incapacidade de gerar resultados palpáveis. Para combater esse estresse e ter mais do que se orgulhar no final do dia, é preciso escolher as tarefas que precisam ser realizadas.

Mas como conseguir saber o que, de fato, merece sua atenção? Goffi indica que a primeira hora do seu dia deve ser introspectiva: você deve combinar consigo mesmo o que fará. Sua energia deve ser voltada para seus principais objetivos de vida. “As pessoas estão cansadas às seis da tarde porque tomaram muitas decisões medíocres, e não apenas pela carga horária”, diz Goffi.

Ele também recomenda manter um diário e anotar os pensamentos antes de dormir. “Você consegue dormir bem quanto tira seus problemas, suas tarefas, suas incertezas e suas dúvidas da sua cabeça”. Na mesma linha, é preciso planejar coisas básicas no dia anterior: o que vestir, o que comer, os principais objetivos. Caso contrário, o cansaço mental virá ainda de manhã.

“Diga mais ‘não’. Pegue sua agenda, olhe o que fará todos os dias e brinque de cortar compromissos. Você retoma seu horário e faz coisas que realmente têm sentido para você. As pessoas aceitam muitas interferências e não param para entender e melhorar sua performance. É o poder de focar”, explica.

4. Cerque-se de pessoas que o inspiram
Goffi conta que uma das principais formas que ele encontrou para evoluir no pôquer foi discutir com coaches – pessoas no seu nível ou acima.
“Eu falava qual era minha mão e qual minha linha de pensamento da situação. Os conselheiros, então, explicam a análise deles. Assim, eu entendia como eles obtiveram resultados e inovava minha própria forma de pensar”.

Assim, qualquer empreendedor que queira ter sucesso deve se sentar com aqueles que o influenciem. “Se você olha para os lados e é o mais inteligente, tenha certeza de que está no lugar errado. Tenha em quem se espelhar: alguém que você olhe e isso o impulsione para seu próximo propósito, para algo maior”.


Publicado Por: Naiana Lima
FONTE: http://180graus.com/empregos/4-licoes-do-poquer-para-ser-um-empreendedor-super-produtivo


E-Commerce

 

Carreira infeliz não é melhor razão para ter negócio


A decisão de empreender deve surgir de um desejo de realização e não como fuga de uma carreira infeliz, afirma o professor e economista Marcos Silvestre. "Muitos trabalham e não estão satisfeitos com o que fazem. Esse não é o melhor motivo para começar um negócio. Para empreender, você precisa ter em mente todos os prós e contras, e nunca começar algo por impulso", afirma.

Autor do livro "A Virada na Carreira: Ganhe Dinheiro por Conta Própria", Silvestre considera que, embora seja necessário assumir certos riscos, empreender exige pé no chão e planejamento. "Empreender é uma aventura, mas pode ser uma aventura estruturada, que não é iniciada na loucura".

Para ele, ninguém precisa ser um super-herói para ter sucesso nos negócios. Basta planejar com realismo. "Empreender não é apenas para os 'iluminados' e nem uma questão de sorte. É possível traçar um plano, fazer questionamentos e ser bem-sucedido com um negócio próprio, mesmo sem ter tido uma grande ideia ou diferencial", afirma.

 A seguir, veja dicas para abrir uma empresa de forma realista e estruturada:


1. Escolha o momento e a área certos

Segundo o professor, quem deseja abrir um negócio precisa escolher a área de atuação com sabedoria. Para ele, abrir uma empresa no próprio ramo de trabalho pode ser mais simples. "Normalmente, quem abre o próprio negócio depois de trabalhar anos na mesma área, acaba aproveitando muitos contatos", diz. Mas nada impede que se migre de setor, desde que se pesquise bastante. 

Depois, é preciso saber o melhor momento para abrir a empresa. "Ele não pode se precipitar nem adiar muito. Ele deve ter noção se o ciclo profissional dele se encerrou realmente e, principalmente, deixar as portas abertas para voltar, caso o seu negócio não dê certo, ou para ser fornecedor dessa empresa." 

2. Defina o modelo de negócio e o local
Antes de abrir a empresa é preciso avaliar o formato do negócio, se será uma iniciativa própria, franquia ou marketing direto, por exemplo. Cada uma exige um tipo de habilidade. "Se resolver investir na venda direta, por exemplo, que exerce pouco capital pessoal, até onde ele quer chegar? Ser apenas um vendedor ou coordenador de uma região, por exemplo?''

Além disso, o empreendedor deve avaliar qual região a empresa vai atender. É um bairro? Microrregião? Estado? País? Essa decisão vai impactar tanto a estratégia de entrega e logística, como divulgação, por exemplo.

3. Saiba buscar e usar o dinheiro
Todo negócio exige investimento. O empreendedor deve definir se vai abrir a empresa sozinho com suas economias, ou se terá um sócio. Além disso, calcular quanto precisa para montar o negócio e atingir o ponto de equilíbrio, ou seja, quando os gastos se igualam aos ganhos. "É preciso saber exatamente o custo do negócio para não gastar mais do que precisa ou do que tem."

De acordo com ele, há negócios que em menos de dois anos já estão estabilizados e outros, não. É quando muitos erram ao retirar lucro antes da hora. "Não é certo querer mamar em bezerro. Só conseguimos tirar leite quando ele já é uma vaquinha. Se fizer isso antes, certamente você matará o negócio."

4. Trabalhe para o seu cliente
A razão do seu negócio é o cliente e não você. É preciso ficar atento ao que ele quer e quanto ele quer pagar pelo seu produto, segundo Silvestre. "Antes de tudo você tem de avaliar se o cliente que está almejando existe. Trabalhe para o seu cliente e para o seu negócio."

5. Invista nas ferramentas certas
Para Silvestre, o que faz um cliente preferir comprar o produto ou serviço de uma empresa e não do concorrente vai além das aparências. "Muitos prestadores de serviço acham que, por atenderem em domicílio, precisam ter um bom carro. Só que, nesses casos, o cliente quase nunca precisa ter contato com esta ferramenta de trabalho. Ou seja, investem o dinheiro em algo desnecessário."

A qualidade do produto e do atendimento, segundo ele, é que faz a diferença. "O cliente quer que o prestador chegue no horário, seja educado, entenda sobre o negócio e tenha as ferramentas necessárias para executar o serviço solicitado."



Márcia Rodrigues
Colaboração para o UOL, em São Paulo
FONTE: http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2015/11/04/carreira-infeliz-nao-e-melhor-razao-para-ter-negocio-diz-autor-veja-dicas.htm